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Incontinência urinária: veja como amenizar e tratar o problema

Apesar de atingir mais as mulheres e os idosos, qualquer pessoa pode ‘perder urina’. Toda perda involuntária de xixi é considerada como incontinência urinária.

Cerca de 10% dos brasileiros têm incontinência urinária. E ela não atinge apenas pessoas idosas. Apesar de atingir mais as mulheres e os idosos, qualquer pessoa pode ‘perder urina’. Toda perda involuntária de xixi é considerada como incontinência urinária.

Uma pessoa saudável urina, em média, a cada três ou quatro horas aproximadamente e consegue chegar ao banheiro a tempo sempre que sente vontade de fazer xixi. Ao fazer xixi, consegue esvaziar totalmente a bexiga.

Muita gente acha normal a ‘perda de xixi’, mas não é. Por isso, é importante tratar. O Bem Estar, programa televisivo da Rede Globo, convidou a uroginecologista Maria Augusta Bortolini e a fisioterapeuta especializada em uroginecologia Laira Ramos para explicar como esse problema pode ser amenizado e quais os tipos de tratamentos.

Os tipos de incontinência mais comuns são:

  • De esforço: ocorre frequentemente em pessoa que teve algum tipo de lesão do esfíncter da uretra ou que tem prolapso de bexiga. Isso significa que ela terá perda de urina ao espirrar, tossir, rir, levantar algo, subir escada, fazer atividade física. Os tratamentos começam com técnicas comportamentais e fisioterapia.
  • De urgência ou bexiga hiperativa: é um desejo de urinar que é tão forte que a pessoa não consegue chegar ao banheiro a tempo. A síndrome da bexiga hiperativa é a principal causa dessa incontinência. O tratamento também começa com terapia comportamental e fisioterapia. Também há a opção de uso de toxina botulínica e um implante de neuromodulador.
  • Mista: ocorre quando o paciente tem os dois tipos ao mesmo tempo.

Algumas mudanças de hábitos no estilo de vida podem ajudar a prevenir a perda de urina. Isso inclui o controle de ingestão de líquidos, programação para urinar, treinamento da bexiga e programação de intervalo de micções, perda de peso, parar de fumar, controlar hipertensão e diabetes. O tratamento pode ser feito através de fisioterapia, cones vaginais, estimulação elétrica, cirurgia ou toxina botulínica.

Fonte: g1.globo.com

SUS passa a oferecer ioga, meditação, massagem e arteterapia

Eram apenas 5: acupuntura, fitoterapia, homeopatia, medicina antroposófica e termalismo. Agora, mais 14 os tratamentos alternativos que passam a ser oferecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS): arteterapia, ayurveda, biodança, dança circular, ioga, meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia, reflexoterapia, reiki, shantala e terapia comunitária integrativa.

Chamadas de Práticas Integrativas Complementares (PICs), essas técnicas são complementares e têm como objetivo cuidar do paciente de uma forma holística, ou seja, em seus aspectos físicos, psíquicos, energéticos e ambientais.

“Faz parte da estratégia de prevenção”, segundo o ministro da Saúde, Ricardo de Barros. “Queremos que as pessoas procurem menos os hospitais.”

Atualmente, mais de 7,7 mil estabelecimentos de saúde ofertam alguma PIC, o que representa 28% das Unidades Básicas de Saúde (UBSs). É lá que o paciente deve passar por um atendimento médico para ser encaminhado a um dos tratamentos. Segundo o Ministério da Saúde, as terapias disponíveis são informadas pelas secretarias de saúde dos municípios e não há uma forma online de consultá-las.

Conheça as novas PICs:

Arteterapia: procedimento terapêutico que busca interligar os universos interno e externo de um indivíduo, por meio da sua simbologia, utilizando técnicas como música e pintura, entre outras.

Ayurveda: filosofia médica oriental milenar que propõe uma vida saudável em harmonia com as leis da natureza com o objetivo de alcançar a felicidade, por meio da integração entre corpo, mente e espírito.

Biodança: método que busca o desenvolvimento de 5 áreas – afetividade, criatividade, sexualidade, vitalidade e transcendência – para restabelecer as conexões do indivíduo consigo e com o outro.

Dança circular: os praticantes dançam sempre em círculo porque acreditam que a roda simboliza o fato de o indivíduo ser parte do todo. Não prioriza a estética, mas a celebração e o sentimento de equipe.

Ioga: prática indiana que usa o corpo como instrumento de crescimento físico e espiritual, na qual os músculos e os sentidos são acordados ao mesmo tempo em que o espírito é aquietado, levando a uma aliança entre corpo e mente.

Meditação: técnica que centraliza os pensamentos em um único objeto ou ação, aguçando o autoconhecimento, o foco e a concentração. Reduz o estresse e a ansiedade e aumenta os níveis de anticorpos.

Musicoterapia: respaldada por ciências como neurologia, psicologia, fisiologia e a própria música, é a aplicação da música (som, ritmo, melodia e harmonia) para alcançar melhores estados físicos e emocionais.

Naturopatia: utiliza os recursos naturais – como plantas medicinais, hidroterapia, argiloterapia, massagens – e a alimentação para recuperar o organismo e introduzir hábitos de vida mais saudáveis.

Osteopatia: usa várias técnicas terapêuticas manuais, entre elas a da manipulação do sistema musculoesquelético (ossos, músculos e articulações) para ajudar no tratamento de doenças.

Quiropraxia: diferencia-se de outras massagens porque não trabalha os músculos, mas as articulações, em movimentos rápidos e precisos para tirar pressões nas articulações e realinhá-las.

Reflexoterapia: baseada na medicina tradicional chinesa, segundo a qual todos os órgãos do corpo estão refletidos na planta do pé, a prática utiliza estímulos para equilibrar o fluxo energético.

Reiki: palavra japonesa que significa energia vital universal, é uma aplicação de energia-luz que harmoniza a saúde física, emocional, mental e espiritual, restaurando, equilibrando e aperfeiçoando o campo energético do corpo.

Shantala: massagem sensorial indicada para crianças a partir dos dois meses de vida, com toque firme e lento; melhora o vínculo entre bebê e os pais, promovendo relaxamento e bem-estar.

Terapia comunitária integrativa: procura suscitar a dimensão terapêutica do grupo, valorizando a herança cultural dos antepassados indígenas, africanos, europeus e orientais, bem como o saber produzido pela experiência de vida de cada um.

Fonte: institutomongeralaegon.org