Benefício suspenso ou cancelado?

Se você teve seu benefício suspenso ou cancelado pelo INSS, deixando de receber o seu valor mensal, procure saber quais foram as razões e buscar soluções para o restabelecimento.

Os benefícios mais prejudicados pela operação pente-fino foram as aposentadorias por invalidez, auxílio doença e benefício LOAS.

Muitos são os motivos apontados para a suspensão ou o cancelamento do benefício previdenciário pelo INSS, e que geralmente podem ser resolvidos rapidamente por um advogado de sua confiança.

Veja os principais pontos de atencção que podem ocasionar benefício cancelado, suspenso ou bloqueado pelo INSS:

Primeiro você precisa saber quais foram as razões de o seu benefício ter sido suspenso ou cancelado pelo INSS, pois você está incapacitado para trabalhar e precisa do valor concedido pelo benefício para o seu sustento.

Em segundo lugar, você precisa saber o porquê dessa suspensão ou cancelamento para tomar uma providência para tentar restabelecer o benefício.

Em terceiro lugar, em alguns casos, você precisa tomar providências para não ser penalizado pelo INSS, e vir a responder um processo criminal.

Muitas vezes ocorre bloqueio do benefício por erro do próprio INSS. Outras vezes, no caso de ser indeferido o benefício no ato da perícia médica realizada por médico do INSS, este médico perito não é especialista na doença do segurado.

Então no caso de suspensão, cancelamento ou bloqueio de seu benefício previdenciário, não deixe de buscar o seu direito, procurando um profissional especializado e de sua confiança para analisar o seu problema para lhe orientar e apontar possíveis soluções. Qualquer duvida entre em contato.

Ler livros pode deixar sua vida mais feliz e menos estressada

“Tenho que me manter lúcido o tempo todo. Vou pensar em livros que já li e tentar fazer minha pressão baixar.” Esse era o pensamento do professor de português Luiz Cláudio Jubilato, 60 anos, no dia 25 de janeiro de 2012. Foi a data em que sofreu um AVC (acidente vascular cerebral) – e que teve mais uma comprovação dos benefícios da leitura em sua vida.

Foram algumas horas relembrando clássicos e outras obras. E, segundo ele, esse foi um dos motivos de a pressão arterial ter passado de 23 por 18, considerada alta, para 12 por 8, já dentro de patamares tidos como normais.

Do acidente, teve algumas sequelas. Uma delas, o desvio de rima, termo que chamou sua atenção pela conexão com a literatura: o lado esquerdo de seu rosto ficou paralisado. Mas manteve a capacidade cognitiva e conseguiu retomar suas atividades. Teve ainda sua recuperação abreviada, de acordo com Jubilato, graças ao hábito de ler pelo menos um livro por semana.

O que o professor sabe de forma empírica, a ciência já comprovou: os benefícios da leitura para o cérebro são muitos. “O hábito de ler influencia positivamente em nosso bem-estar, promovendo o exercício cerebral, prevenindo tanto transtornos psicológicos, quanto vários tipos de disfunções”, sinaliza o psicólogo Marcelo Filipecki, especializado em PNL e em acupuntura sistêmica chinesa.

Confira, a seguir, 10 vantagens para desligar a TV e apostar em um bom livro. E, de quebra, aprenda como ler mais.

Felicidade maior

A leitura aumenta a felicidade e ajuda a melhorar os relacionamentos. Essas foram constatações de uma pesquisa feita pelo instituto Kelton Global, a pedido da Amazon, com 27.305 pessoas com mais de 18 anos de 13 países, incluindo o Brasil (EUA, Canadá, México, Alemanha, Reino Unido, Espanha, França, Itália, Austrália, Índia, China e Japão). Dos leitores frequentes (semanais), 71% se sentiam feliz. Entre os esporádicos, esse índice foi de 55%, segundo o levantamento, que foi realizado entre o fim do ano passado e o começo de 2019.

Mais relacionamentos

Ainda segundo a pesquisa encomendada pela Amazon, 65% dos entrevistados afirmam que a leitura gera atração. Tem mais: 41% contaram que debater e conversar sobre livros os fizeram se apaixonar por seus pares. Um em cada três respondentes disse que questionaria o relacionamento se a pessoa não fosse uma leitora. E, quando surge um problema entre o casal, um em cada três busca nos livros a solução, de acordo com o levantamento.

Estresse menor

Ler um livro ou o jornal por apenas seis minutos diminui o estresse em 68%, segundo estudo da Mindlab International, da Universidade de Sussex, no Reino Unido, realizado em 2009. Para chegar a esse resultado, os pesquisadores mediram a frequência cardíaca e a tensão muscular de pessoas em diferentes atividades.

A redução obtida em caminhadas foi de 42%; ouvindo música, de 61%. Ou seja, a leitura é mais eficaz para combater o estresse. Segundo os cientistas, isso acontece porque as pessoas estão totalmente imersas e distraídas com um livro – o que cria o ambiente perfeito para aliviar a tensão.

Vida mais longa

Pesquisadores da Universidade Yale, nos EUA, concluíram que o hábito de ler aumenta a longevidade. Para chegar a esse resultado, foram acompanhadas 3.600 pessoas com mais de 50 anos idade por 12 anos. As que disseram ler diariamente um livro por 30 minutos viveram dois anos a mais do que as que preferiram revistas ou jornais. O estudo também mostrou que quem lia mais de 3,5 horas por semana tinha 23% menos chances de morrer.

Criatividade aprimorada

Na leitura, “ampliamos nosso potencial imaginativo, inclusive intensificando o grau de detalhismo”, afirma Filipecki. Esse aumento de criatividade proporcionado pela leitura foi identificado em um estudo da Universidade de Toronto, no Canadá, no qual 100 pessoas tiveram de escrever contos ou ensaios.

A professora Maja Djikic, responsável pela pesquisa, concluiu que mergulhar em literatura ficcional poderia levar a melhores procedimentos para o processamento de informações, incluindo as relacionadas à criatividade. Segundo ela, devido à natureza ambígua da ficção, os leitores são forçados a aceitar mais a ambiguidade, considerado um fator-chave na criatividade.

Funções cerebrais ampliadas

Deu no periódico científico “Brain Connectivity”: ler um romance melhora a função cerebral em diversos níveis. Essa foi a constatação de um grupo de pesquisadores da Universidade Emory, nos EUA, que colocou voluntários à prova para determinar se a leitura desse gênero literário poderia causar mudanças mensuráveis no cérebro e quanto tempo elas permaneceriam.

Os participantes passaram por ressonância magnética funcional por 19 dias consecutivos. Nos primeiros 5 dias, foram feitas em estado de repouso. Nos 9 dias seguintes, leram 1/9 do livro à noite e faziam o exame na manhã seguinte. Os últimos 5 dias também foram mapeados.

Os cientistas detectaram mudanças em diversas áreas, como nas regiões cerebrais associadas à perspectiva e à compreensão da história. Houve alterações que persistiram no longo prazo, como no córtex somatossensorial, ligado à percepção de sensações em distintas partes do corpo.

Empatia estimulada

Livros de ficção podem aumentar nossa habilidade de sentir empatia. Um estudo da Universidade de Toronto, coordenado pelo professor de psicologia cognitiva Keith Oatley e publicado no periódico científico “Cell”, separou voluntários em dois grupos: a um, entregou uma obra ficcional; a outro, um não ficcional.

Todos foram submetidos a teste psicológico. Segundo o autor, “as pessoas que leem melhoram a compreensão dos outros”. Esse efeito, diz ele, “é especialmente marcado pela ficção literária, que também permite que as pessoas se modifiquem. Esses efeitos se devem, em parte, ao processo de engajamento em histórias, que inclui fazer inferências e se envolver emocionalmente e, em parte, aos conteúdos da ficção, que incluem personagens e circunstâncias complexas que talvez não encontremos na vida cotidiana”.

Promoção da socialização

“A leitura enriquece muito a nossa possibilidade de sociabilidade”, destaca a jornalista Adriana Silva, vice-presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto (SP). Existe a possibilidade de formar conceitos próprios pela leitura e de criar um “mar de conteúdos internos”, diz ela. Essa bagagem de histórias e conhecimentos colabora para a socialização, permitindo que o indivíduo esteja inserido no debate de ideias.

Aumento do bem-estar

“Se eu tirar por base que a literatura me anima, me inspira, distancia meu estado de espírito da depressão, logo ela me traz benefícios imediatos em relação à proposta física”, avalia Adriana, reforçando que essa é uma vivência pessoal.

Mas uma análise da The Reading Agency, uma ONG britânica dedicada à leitura, mostra que Adriana não está só: entre os adultos, o hábito de ler promove prazer, relaxamento e distração, “aumentando a compreensão do eu e das identidades sociais”. Entre os benefícios da leitura listados estão também o conhecimento de outras culturas e o aumento do capital social.

Declínio mental reduzido

Um estudo realizado pelo Centro Médico da Universidade Rush, nos Estados Unidos, e publicado no periódico científico “Neurology” mostrou que quem lê consegue preservar por mais tempo as habilidades mentais. Para chegar a essa constatação, os cientistas analisaram o cérebro de 294 pessoas, após a morte. Quem tinha o hábito de ler, escrever ou jogar ao longo da vida apresentava uma menor probabilidade de desenvolver demência.

Benefícios da leitura: como ler mais

Há algumas técnicas e comportamentos que ajudam a ler mais. Conheça, a seguir, as dicas do professor de português Luiz Cláudio Jubilato, da jornalista e vice-presidente da Fundação do Livro e Leitura de Ribeirão Preto Adriana Silva e do psicólogo Marcelo Filipecki.

  • Comece a ler aos poucos;
  • Entenda a leitura como exercício permanente de ampliação de inteligência, sensibilidade e habilidades;
  • Escolha temas que sejam de seu interesse – e, no começo, não se paute exclusivamente por indicações;
  • Opte, no início, por obras mais curtas;
  • Aumente gradativamente as metas de leitura quantitativa e qualitativamente;
  • Leia em grupos, visando estimulação mútua e possíveis debates;
  • Incentive os filhos e os netos a ler, pois o estímulo pode ser recíproco.

Fonte: institutomongeralaegon.org

Caixa divulga calendário de saques do FGTS

O calendário de saques do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) foi divulgado nesta segunda-feira (5) pela Caixa Econômica Federal. De acordo com as normas, os trabalhadores que tiverem conta poupança na Caixa Econômica poderão sacar até R$ 500 de cada conta que possuírem no FGTS, ativa ou inativa, a partir do dia 13 de setembro (os depósitos serão realizados automaticamente pelo banco). Para os não correntistas, os saques começam no dia 18 de outubro.

A expectativa do Ministério da Economia é que a medida beneficie 96 milhões de trabalhadores com a injeção de R$ 30 bilhões na economia.

Veja abaixo o calendário de saques do FGTS para quem tem conta poupança

  • Aniversário em janeiro, fevereiro, março e abril: 13 de setembro de 2019;
  • Aniversário em maio, junho, julho e agosto: 27 de setembro de 2019;
  • Aniversário em setembro, outubro, novembro e dezembro: 9 de outubro de 2019.

O correntista que não desejar realizar o saque terá até o dia 30 de abril de 2020 para solicitar o cancelamento do crédito junto ao banco ou a transferência do valor para outra instituição financeira. Aqueles que possuem Cartão Cidadão poderão sacar diretamente nos caixas eletrônicos ou nas casas lotéricas (para valores inferiores a R$ 100).

Saque-aniversário

Uma segunda opção é realizar o saque anual de um percentual do saldo do FGTS na data de aniversário do beneficiário. Nesse caso, os saques serão a partir de 2020.

Fonte: institutomongeralaegon.org

Incontinência urinária: sintomas, causas e tratamentos

A incontinência urinária pode começar de forma discreta. Uma sensação de roupa íntima molhada após uma gargalhada ou um acesso de tosse, por exemplo. Pode evoluir para pequenos incidentes em situações corriqueiras, como ao levantar de uma cadeira. E chegar a ponto de levar ao isolamento e interferir na vida social.

Definida como qualquer perda urinária que acontece à revelia da vontade da pessoa, a incontinência urinária afeta cerca de 15% da população, chegando a até 35% na faixa etária acima de 65 anos, segundo Carlos Henrique Suzuki Bellucci, coordenador-geral do Departamento de Urologia Feminina da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). E ocorre cinco vezes mais em mulheres que em homens.

Mas, apesar de ser uma situação que provoca constrangimento, não deve ser encarada como insolúvel. “Não existe nenhum motivo hoje para um paciente viver com incontinência urinária. Praticamente todos os tipos são tratáveis”, afirma.

Características da incontinência urinária

São quatro os tipos de incontinência urinária.

De esforço

Ocorre quando a pessoa ri, espirra, tosse, faz exercício pesado; atinge principalmente as mulheres.

De urgência

A vontade de urinar chega de forma súbita e intensa, e nem sempre dá tempo de chegar ao banheiro; a quantidade de urina, no entanto, é desproporcional à sensação de bexiga cheia.

Mista

Reúne características da incontinência de esforço e de urgência.

De transbordamento

É mais rara; o paciente tem retenção de urina na bexiga, que fica tão cheia que acaba transbordando.

Incontinência urinária tem tratamento

Qualquer que seja a característica, no entanto, a medicina dispõe de opções para amenizar o problema. “Todos os tipos têm inúmeras formas de tratamento. Cada um é tratado de uma maneira. Vai de técnicas de fisioterapia, passando por medicamentos por via oral, medicamentos injetados na bexiga e até tratamento cirúrgico”, afirma Bellucci.

Para a fisioterapeuta Claudia Rosenblatt Hacad, especialista em biofeedback nas disfunções pélvicas, o mais importante é que a pessoa reconheça e aceite que tem um problema, pois só assim ela irá procurar ajuda. “Os idosos acham que o problema é só deles. Quando conto que atinge gestantes, gente que faz academia, eles se surpreendem”, diz.

Integrante do Instituto Lado a Lado pela Vida, que elaborou, em parceria com a Bigfral, uma campanha de esclarecimento sobre incontinência urinária intitulada “Xi, escapou”, Claudia conta que, nas palestras sobre o tema para o público da terceira idade, nunca pergunta quem tem perda de urina e sim quem acorda à noite para fazer xixi, o que é visto como uma coisa aceitável. Em geral, mais de 50% dos presentes levantam a mão. “Eles começam a perceber que tem muita gente como eles.” Daí a conversa evolui e muitos acabam relatando problemas de incontinência.

Bellucci e Claudia apontam que o impacto negativo na qualidade de vida é enorme, afetando a atividade profissional e as relações sociais, pois a pessoa tende a se isolar para evitar situações constrangedoras. O médico cita ainda um dano colateral, que é o aumento da incidência de fratura de colo de fêmur nos idosos. Como acordam mais frequentemente à noite para urinar, eles acabam sofrendo quedas e se machucando.

Causas da incontinência urinária

A incontinência urinária pode surgir por uma série de fatores, como perda da força muscular, doenças neurológicas, ação de medicamentos, cirurgias.

Também pode resultar de obesidade (o excesso de peso aumenta a pressão dentro do abdome, pressionando a bexiga) e tabagismo (o fumo provoca tosse crônica e forte, que pode piorar a incontinência).

Prevenção ao problema

Não há uma forma de prevenção que funcione para todos os tipos de incontinência. Segundo Claudia, os exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico (músculos que atuam como “válvulas de controle” da bexiga e do reto) podem ser úteis para tentar evitar a incontinência de esforço e têm sido muito recomendados pelos ginecologistas como preparo antes da gravidez, uma vez que 50% das gestantes apresentam um ou mais episódios de incontinência urinária.

Ela recomenda consultar um fisioterapeuta pélvico para a realização dos exercícios. “Um estudo mostrou que 1/3 das mulheres não têm consciência do assoalho pélvico”, diz Claudia. Essa dificuldade pode resultar em contração dos músculos errados (os abdominais, por exemplo), sem atingir o objetivo.

Fique esperto!

Mas, segundo Claudia, existem algumas dicas que podem ser seguidas por todos:

  • Reduzir ou evitar a ingestão de líquidos à noite;
  • Tomar líquidos aos poucos ao longo do dia, e não grandes quantidades de uma vez;
  • Urinar a cada 2 ou 3 horas e cuidar a cada vez para que o esvaziamento da bexiga seja total;
  • Evitar a obesidade;
  • Não fumar;
  • Evitar alimentos que aumentem o sintoma de urgência. Eles podem variar de pessoa para pessoa, mas em geral são as frutas cítricas, as bebidas gasosas, o álcool.

Fonte: institutomongeralaegon.org

RECESSO DE FIM DE ANO

Comunicamos que, em razão das festividades de final de ano, o Instituto ISADS entrará em recesso a partir do dia 20 de dezembro, retornando às atividades normais no dia 21 de janeiro.

Comunicamos também que, em razão do recesso do judiciário e suspensão de prazos processuais, o setor jurídico não irá prestar assessoria nesse período.

O Instituto ISADS deseja um feliz natal e um próspero ano novo a todos!

A Presidência

Câncer de pele: 13 mitos e verdades

A cor de dezembro é laranja. É o mês em que são esclarecidos mitos e verdades sobre câncer de pele, doença que faz 165.580 novos casos por ano no Brasil – considerando apenas os não melanoma.

O número faz com que seja o câncer mais incidente entre a população brasileira, representando quase 30% dos casos, segundo estimativas do INCA (Instituto Nacional de Câncer José de Alencar Gomes da Silva) para este ano.

Proteger-se, no entanto, é simples. E começa pela diminuição da exposição aos raios solares e pelo uso do protetor. “Pode ser passado em casa, depois do banho, ainda sem roupa, e esperar secar”, sugere a dermatologista do HCor Dolores Gonzales Fabra, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica.

Confira, a seguir, 13 mitos e verdades sobre o câncer de pele.

1. A radiação é mais intensa no verão.V

Verdade. Mas, no Brasil, que concentra boa parte do território em áreas tropicais e subtropicais, a radiação continua forte mesmo no inverno. É preciso manter os cuidados com a pele diariamente, em qualquer época.

2. Quanto maior o fator de proteção solar, melhor o protetor.

Mito. O número ao lado do FPS (Fator de Proteção Solar) está relacionado ao tempo que uma pessoa pode permanecer sob o sol sem que seja provocada vermelhidão na pele. Se são 15 minutos ou se é 1 hora, depende do indivíduo.

3. O FPS 60 é duas vezes melhor do que o FPS 30.

Mito. Quanto maior o FPS, mais tempo de exposição a pessoa pode ter sem que haja vermelhidão na pele. Mas, segundo Dolores, o FPS 60 não se traduz no dobro do FPS 30. “Vai durar apenas um pouco mais de tempo”, sinaliza.

4. Protetor físico (composto de minerais, que formam uma barreira refletora dos raios) é melhor do que químico (com moléculas que absorvem a radiação).

Mito. Ambos protegem. Mas o físico é mais indicado para pessoas com peles sensíveis, já que o potencial irritativo é menor, de acordo com a médica.

5. O número de homens que deve desenvolver câncer de pele neste ano é maior do que o de mulheres.

Verdade. Para o Brasil, estimam-se 85.170 casos novos de câncer de pele não melanoma entre homens e 80.410 nas mulheres para cada ano do biênio 2018-2019. E o maior número de casos entre o sexo masculino se justifica por razões comportamentais, segundo a dermatologista. “Eles se expõem mais e se cuidam menos.” As mulheres, diz ela, se preocupam mais com o envelhecimento da pele.

6. Quanto mais clara a pele, mais protetor deve ser aplicado.

Mito. A recomendação é aplicar uma colher de chá no rosto, no pescoço e nas orelhas; duas colheres de chá para o tórax e as costas; uma colher de chá para cada braço e duas colheres de chá para cada perna.

7. Existe exposição ao sol 100% segura.

Mito. Mas é certo que a pessoa está mais protegida se estiver com filtro solar, chapéu e roupa anti-UV, por exemplo.

8. Depilação a laser ou com luz pulsada pode ser um fator para o surgimento do câncer de pele.

Mito. Esses tipos de fonte de luz não causam câncer de pele. A médica recomenda, no entanto, que seja evitada depilação a laser ou luz pulsada em áreas com pintas.

9. Câmaras de bronzeamento artificial aumentam o risco de câncer de pele.

Verdade. Em 2009, elas foram reclassificadas como agentes cancerígenos pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Desde aquele ano, são proibidas de serem utilizadas no Brasil pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

10. O câncer de pele é sempre uma pinta escura.

Mito. Dolores explica que há diversas cores e tonalidades, como os da cor da pele, os que parecem feridas e os pretos, avermelhados e vinho.

11. Mesmo quem não tem parentes com câncer de pele deve procurar o dermatologista uma vez ao ano.

Verdade. A recomendação é que seja feito acompanhamento anual com um especialista.

12. A maior longevidade exige mais cuidado com a pele.

Verdade. A radiação tem efeito cumulativo. Logo, aqueles longos e demorados banhos de sol da infância e da juventude vão se somando às exposições ao longo dos anos.

13. Pintas pretas são sinais de tumores.

Mito. A pinta precisa ser examinada pelo dermatologista para avaliação. É preciso, no entanto, estar atento à regrinha ABCDE, divulgada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia e verificar se a pinta tem:

A, de assimetria entre as metades;

B, de bordas irregulares;

C, de cores, com variação da coloração ao longo do tempo ou tonalidades diferentes;

D, de dimensão superior a 6 mm;

E, de evolução, com crescimento e mudança de cor, por exemplo.

Nesses casos, é preciso procurar um dermatologista.

Fonte: institutomongeralaegon.org

Passou dos 50? Veja os cuidados para uma boa saúde bucal

Quinta-feira, 25, foi comemorado o Dia do Dentista Brasileiro. Mas você conhece a origem da data? Conta a história que até o século XIX, o ofício de dentista era efetuado por cirurgiões e barbeiros. A anestesia ainda não havia sido inventada, e as extrações eram realizadas a sangue frio, juntamente com os curativos de fístulas e o tratamento de cáries. Naquele tempo, os dentes extraídos já eram substituídos por dentes postiços, que eram fixados por grampos de metal junto aos dentes naturais.

Somente em 1884, no dia 25 de outubro, que o Decreto de Lei nº 9311 foi assinado, separando o estudo da Odontologia das áreas médicas restantes. Dessa separação, houve a criação dos primeiros cursos de graduação na área nos estados do Rio de Janeiro e da Bahia. Nascia aí o Dia do Dentista Brasileiro. No restante do mundo, a data é comemorada no dia 3 de outubro, por causa da criação do primeiro curso de Odontologia, em 1840, em Baltimore, nos EUA.

Extremamente importante no dia a dia das pessoas durante todas as fases da vida, o dentista é o profissional responsável pela saúde bucal, tratando dos nossos dentes, gengivas e também dos ossos da face. Contudo, após os 50 anos de idade, alguns problemas podem se agravar.

“Problemas na cavidade bucal podem acontecer a qualquer momento, mas é claro que em cada fase há uma propensão a determinadas doenças mais características”, explica a cirurgiã dentista Flávia Couto. Mestre em Clínica Odontológica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Flávia aponta o desgaste dos dentes como um problema bastante comum em pessoas com mais de 50 anos, que pode ser natural ou já caracterizar um caso mais grave. O problema pode aumentar a sensibilidade, que pode ser acarretada por bruxismo ou quando o paciente consome alimentos muito ácidos.

“Também é muito comum notarmos a presença da doença periodontal, que é relacionada a todas as estruturas de suporte ao dente, como osso, os ligamentos, a gengiva etc.”, avalia a especialista. “Você começa a ter mais retração gengival, as vezes com inflamações constantes, por isso é preciso prestar mais atenção nessa etapa da vida”, acrescenta.

Contudo, esses problemas podem ser acompanhados. Flavia pontua que se a pessoa já tem certa tendência a ter doenças periodontais como gengivite, que é a inflamação da gengiva, é importante que ela visite seu dentista frequentemente, evitando a progressão da perda óssea e dentária.

A cárie

Flávia relembra que um problema bastante comum a todas as fases da vida é a cárie. Mas quando se trata do público acima dos 50 anos, que vem da época em que a odontologia era mais reparadora, e por isso é mais comum encontrar trabalhos mais extensos com amálgamas, os cuidados precisam ser redobrados

“Ter uma cárie num dente que já teve cárie provocará uma lesão mais extensa. Você já tem um reparo e terá que fazer um novo reparo”, adverte Flávia. Segundo ela, a progressão da infiltração acaba sendo mais extensa, podendo levar a um tratamento de canal ou ao uso de próteses ou de implantes o que, na opinião da especialista, não é muito recomendado. “Apesar de muito boa a solução do implante, é sempre bom a gente conseguir manter o mais tempo possível todos os dentes na boca”, finaliza Flávia.

Por isso, cuide muito bem da saúde da sua boca, consultando o seu dentista a cada seis meses.

Fonte: institutomongeralaegon.org

Vem aí o horário de verão: saiba quando começa

Atendendo a um pedido do Ministério da Educação (MEC), o presidente Michel Temer decidiu adiar o início do horário de verão para o dia 18 de novembro. A decisão, que deverá ser publicada nos próximos dias no Diário Oficial da União, visa não prejudicar os estudantes que farão o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em novembro.

Esta é a segunda vez que o início do horário de verão de 2018 é adiado. A primeira aconteceu no final ano passado, quando Temer assinou um decreto alterando a data de outubro, como de costume, para o dia 4 de novembro, para não coincidir com as datas das eleições. O problema é que a nova data coincidiu com a primeira prova do Enem. Para não prejudicar os alunos, que farão o Exame nos dias 4 e 11 de novembro, o governo decidiu remarcar para 18 de novembro, quando então os relógios serão adiantados em uma hora.

Não houve alteração na data final do horário de verão. Na madrugada de sábado (16) para domingo (17), a partir da meia-noite, os relógios deverão ser atrasados em uma hora.

Os estados que adotam o horário de verão são Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e Distrito Federal.

Plataforma diz qual candidato está alinhado com sua opinião

Gratuidades em alguns serviços, vagas preferenciais e prioridade no atendimento são algumas das vantagens de se tornar um idoso no Brasil. Porém, em tempos de tamanho descontentamento com a política, uma vantagem tem ganhado destaque entre as pessoas com mais de 70 anos: a desobrigação de exercer o seu direito ao voto.

Uma pesquisa Ibope divulgada recentemente apontou que 6 em cada 10 entrevistados estão indecisos ou não querem votar. Para chegar a esses números, o Ibope ouviu 2 mil eleitores entre os dias 21 e 24 de junho.

“É um número mais alto de indefinição do que o visto em outras eleições nesse mesmo período”, afirmou a CEO do Ibope Inteligência e responsável pela sondagem, Márcia Cavallari, durante coletiva para apresentação dos dados. “Nas pesquisas, as pessoas estão expressando uma preocupação em ter um voto consciente, citam interesse em ver programas e propostas dos candidatos. E há uma incerteza sobre quem serão os candidatos”, completou.

De acordo com o IBGE, existem hoje no Brasil 4.938.529 pessoas acima dos 70 anos, isto é, que não são mais obrigados a votar, um número bastante expressivo e que pode influenciar no resultado de uma eleição. Para ajudar os indecisos na escolha de políticos para o pleito de outubro próximo, a startup de inteligência política Dado Capital em parceria com a Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e mais de trinta ONGs lançou a plataforma Voz Ativa. Com previsão de chegar ao mercado em 3 de setembro, a plataforma reunirá candidatos a cargos políticos e seus ideais para que os eleitores encontrem aqueles que mais se assemelhem às suas preferências pessoais.

Os candidatos que ingressarem na plataforma terão que responder a aproximadamente 46 perguntas sobre assuntos como direitos humanos, políticas ambientais, integridade e transparência e nova economia (entre os temas, o da reforma da previdência).

Da mesma forma, os eleitores que quiserem usar a plataforma terão de responder a algumas perguntas. E, assim como nos apps de relacionamento, podem acontecer “matchs” entre um eleitor e os políticos com propostas que melhor atendam aos seus anseios.

Pela grande quantidade de políticos que disputarão os cargos eletivos nesta eleição, num primeiro momento apenas os candidatos ao cargo de deputado federal serão contemplados pela plataforma. A categoria já soma mais de oito mil candidaturas. E de acordo com os idealizadores do projeto, a ideia é continuar monitorando os políticos com a plataforma durante os mandatos.

Assim que disponibilizado, o App poderá ser baixado na loja online do seu celular.

Fungos: procure os bons, corra dos maus

Eles já foram classificados como protistas e também como vegetais. Mas por não sintetizarem clorofila, não possuírem celulose na parede celular e nem armazenarem amido como substância de reserva, eles logo foram diferenciados das plantas, ganhando, 1969, um reino inteirinho pra chamar de seu: o reino Fungi.

Os fungos estão por todos os lugares, em todos os momentos da nossa vida e até onde menos esperamos. Se alimentam de matéria orgânica, viva ou morta. Os que decompõem matéria morta são chamados de saprófagos e possuem uma função vital: permitem que a matéria orgânica retorne ao ambiente, dando continuidade ao ciclo da vida.

Algumas espécies também são conhecidas como deliciosas iguarias. Existem aproximadamente 600 tipos de fungos que podem ser utilizados com fins gastronômicos, principalmente na culinária vegetariana, pois são ricos em fibras e proteínas. Basidiomicetos, como o champignon (Agaricus bisporus e A. campestris) e o shitake (Lentinula edodes) são os dois mais conhecidos.

Outras espécies, como as leveduras, são imprescindíveis na preparação da cerveja (Saccharomyces cerevisiae e S. carlsbergensis), do uísque (S. cerevisiae), do saquê (S. cerevisiae), do vinho (S. ellipsoideus), do pão (S. cerevisiae), do queijo roquefort (Penicillium roqueforti) e do camembert (P. camembert). Os liquens, por sua vez, são usados como matéria prima na fabricação de geleias, corantes e perfumes. No passado, índios americanos usavam os liquens como veneno para suas flechas.

Também possuem um importante papel na medicina, sendo utilizados na fabricação de produtos bactericidas e de antibióticos, como a penicilina e a eritromicina.

Porém, algumas espécies podem causar sérios danos à saúde humana. Os diversos tipos de micoses que conhecemos são originados por microfungos. O tratamento costuma ser longo e exigir persistência dos pacientes.

Estudos mostram que o câncer está quase sempre ligado à presença de fungos, o que piora muito depois da rádio e da quimioterapia, procedimentos que criam condições ideais para eles. Alguns autores defendem ainda que o câncer seria a própria simbiose da célula humana com a do fungo.

A redução nas defesas naturais das pessoas, causadas por doenças e medicamentos ao longo dos anos, têm voltado a atenção de médicos e autoridades de saúde para os fungos. Silenciosamente, esses seres vêm se tornando mais agressivos e provocando graves infecções, com alta resistência aos tratamentos convencionais.

Médicos alertam que pacientes com defesa orgânica comprometida, como é o caso de soropositivos, de diabéticos e dos que fazem uso de quimioterapia, correm um maior risco. Também em pessoas que passaram por alguma cirurgia abdominal, usaram nutrição parenteral ou sondas e cateteres por tempo prolongado, as chances de desenvolverem infecções fúngicas de forma agressiva são maiores.

Por isso é importante a realização de um diagnóstico precoce para individualizar as estratégias de tratamento de cada caso específico, o que, no caso de infecções fúngicas, ainda está longe de acontecer em hospitais brasileiros.

A orientação da OMS (Organização Mundial da Saúde) é que as pessoas consultem seus médicos regularmente como forma de prevenir doenças. Fique atento!

Fonte: Instituto de Longevidade Mongeral Aegon